Histórico


Categorias
Todas as mensagens
 Link
 Evento
 Citação
 Vídeos
 Poesia
 Prosa


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 MEUS SITES
 ***********************
 Meu Site
 PoesiaOrgânica Notícias
 Minhas Pinturas
 Orkut
 Vídeo sobre Guerra
 YouTube
 Parabéns São Paulo
 Poesia na Garganta
 Galeria Caribé
 MeioTom - poesia & prosa
 ArtCanal
 Galeria Aberta
 artwave
 MySpace
 Gravuras
 Portal Belas Artes
 Arte Múltipla
 Portal do Artista
 Spaces Live
 Facebook
 ***********************
 AMIGOS DA LITERATURA
 Viva Brasil
 Menarca
 Pensamentos Incompletos
 ContosCrônicas
 Arte para mudar
 Editora Ilustra
 Domínio Público
 Achados & Perdidos
 Cronopios
 LivroClip
 museu da língua portuguesa
 Casa da Palavra
 Galinha Pulando
 Clube dos Escritores de Alvorada
 Literatura no Brasil
 Revista Bacamarte
 ***********************
 AMIGOS DA ARTE
 Officina
 SuRrealismO
 Farago


 
PoesiaOrgânica


 

 

                                                       

Este blog está em novo endereço: http://rubenscavalcanti.blogspot.com/

  Obrigado.



Escrito por Rubens Cavalcanti da Silva às 20h00
[] [envie esta mensagem] []



Diálogos

Visite o site | http://www.officina.art.br/



 Diálogos é um livro de fotografia do artista plástico, gravurista, fotógrafo e, como ele mesmo gosta de se definir, artesão, Luiz Carlos Officina. Foram fotografadas três cidades (Santos, São Vicente e Serra Negra) que, através do preto e branco, conversam entre si. Tive a honra de fazer a curadoria das fotos que compõem este trabalho e de, a pedido dele, colocar um de meus poemas. Não conseguindo encontrar nada em meus arquivos poéticos, decidi, então, por fazer um poema inédito falando destas cidades fotografadas por este artesão da fotografia.

Este trabalho fotográfico e o de gravura poderão ser visto (junto com o de outros artistas) na exposição Encontros 2010 na Graphias – Casa da Gravura na vila Mariana. Convite logo abaixo. 

 



Escrito por Rubens Cavalcanti da Silva às 10h47
[] [envie esta mensagem] []



 
 

Meu Site

http://rubenscavalcanti.com.br/

Classificação:




Categoria: Link
Escrito por Rubens Cavalcanti da Silva às 14h41
[] [envie esta mensagem] []



 
 

Caderno Literártio Pragmatha

       Leia mais no meu site| http://rubenscavalcanti.com.br/ 



Categoria: Poesia
Escrito por Rubens Cavalcanti da Silva às 14h08
[] [envie esta mensagem] []



 
 

A dor crônica... (1ª parte)

 

Não é só uma questão de vírgula. A vírgula, como ensinou nossos professores, sugere uma pausa, respiração ou, como dizemos na gíria, serve para dar um tempo. Obviamente não é isso que presenciamos hoje em dia. Em nossa eterna correria não respeitamos mais as pontuações em nossas vidas.Vírgulas, dois pontos, tampouco pontos finais.

 

A dor do tempo.

A falta de tempo.

A correria nossa de cada dia.

         Vamos pra onde?

         E para que serve correr?

 

Não se conversa mais nas ruas e o celular ou o computador tomou conta da conversa ao vivo e a cores. Mesmo assim não temos mais tempo, também.

As conversas, quando existem, são rápidas, apressadas, ansiosas e feitas por dois dedos apenas.

 

Depois a gente se vê.

Depois a gente conversa mais.

Depois a gente continua o papo.

 

Por que não agora? Por que não esgotar um diálogo, que se presume, gostoso.

Todo final de ano é aquele inferno: saímos correndo para comprar os presentes de Natal. Mas... sempre damos e recebemos os mesmos presentes de anos anteriores.

 

Corremos corremos corremos.

 

E nos esquecemos da criatividade e/ou originalidade na hora de presentearmos a quem amamos.

Já se foi o tempo que tentávamos adivinhar ou surpreender as pessoas com nossos presentes. A praticidade fala mais alto:

 

Toma R$ para você comprar um presente que te agrade.

Não tive tempo para te comprar nada. Me desculpe.

Acho que você prefere R$, não é mesmo.

Acho bem mais fácil dar R$, do que tentar adivinhar o que a pessoa gosta. Você não acha?

 

Não há mais diálogos entre pais e filhos, amigos, marido e mulher. Então reclamamos dos monólogos de nossas vidas. Reclamamos que a pessoa ao nosso lado não nos dá atenção, não conversa mais conosco por estar sempre ocupada e...

A correria diária contamina qualquer romance e provavelmente nem nos damos conta disso e quando percebemos, já não somos mais tão jovens porque o tempo que perdemos correndo roubou-nos o que é mais precioso que é a afetividade.

 



Categoria: Prosa
Escrito por Rubens Cavalcanti da Silva às 16h46
[] [envie esta mensagem] []



 
 

A dor crônica... (2ª parte)

 

Então ficamos flácidos perante a vida.

Nossas idéias e ideais embranquecem.

Nossa visão se embaça no presente e não conseguimos enxergar o futuro.

Nossas mãos não conseguem mais dar nem reter aquele carinho.

Nossas pernas vacilam e não conseguem mais acompanhar nossos pensamentos e desejos.

Nosso corpo, decrépito, apela para nossa alma que por sua vez, também envelheceu e perdeu o sentido da vida que é viver, só viver.

 

Então, em nossa loucura, arrumamos um outro amor e nos confortamos por algum tempo,é claro,  com essa pessoa.

Porém começamos a correr também.

A fazer nossas coisas. 

Ir atrás de nossas coisas. 

Inventar nossas coisas.

 

Um dia, depois de muita correria  ligamos a TV e começamos a assistir um filme onde pessoas correm atrás de outras pessoas. Carros correm seguindo outros carros e assim por diante. Depois vamos dormir e para que nosso(a) parceiro(a) não reclame, e, para cumprir com nossa obrigação, damos uma rapidinha, pois não temos muito tempo e no outro dia vai ser aquela correria.

 

Já trazemos, em nossos bolsos, velhas desculpas:

 

Queria que o dia tivesse 18 horas, no mínimo.

Agora não posso... Não tenho tempo.

Quando tiver tempo...

Amanhã, se eu tiver tempo, quem sabe.

Não tenho tempo pra ler, fazer ginástica. Talvez, quem sabe, correr.

Não tenho mais tempo para fazer o que gosto.

Namorar? Você acha que eu tenho tempo?

 

A falta de tempo faz com que façamos tudo pela me-

tade. escrevemos tudo abreviado e com isso abreviamos nossas relações (e vc m pede p t paciência?). Abreviamos nossos relacionamentos afetivos, sexuais e para usar de ironia,  fazemos tudo nas coxas.

 

Corremos para escapar das responsabilidades?

Talvez.

Das afeições das outras pessoas (temos medo de amar, de dizer te amo, de se declarar?).

Talvez.

Temos medo da nossa sensibilidade e de nosso amor pelas outras pessoas e, pasmem, por nós mesmos?

 Talvez.

 

Corremos para escapar da morte.

Corremos para escapar da vida.

Corremos para escapar do túmulo.

Corremos para escapar de nós mesmo.

 

Pois é... Esta é minha crônica sobre a dor crônica do tempo.

Espero não ter tomado seu tempo, mas é que fiquei um tempão filosofando sobre esse absurdo da correria diária que nem vi o tempo passar.

Espero que você tenha um tempo pra ler e refletir sobre isso e se tiver de correr com alguma coisa, que seja para os braços de alguém que você ame. Se essa pessoa for alguém sensível, especial, provavelmente terá um tempinho enorme pra você. Isso se você tiver tempo e coragem de correr em sua direção.

Aproveitando esse tempinho que estou com você, e pensando nos meus prováveis erros gramaticais, peço desculpas antecipadamente, mas é que não tive tempo de corrigir meu português e tenho que correr para um...                                                                                               

 

 

 

 

 

Rubens Cavalcanti da Silva



Categoria: Prosa
Escrito por Rubens Cavalcanti da Silva às 16h37
[] [envie esta mensagem] []



 
 

Fotos da Exposição Negro Sim em Suzano

 

 



Categoria: Vídeos
Escrito por Rubens Cavalcanti da Silva às 21h52
[] [envie esta mensagem] []



 
 

Exposição Negro Sim em Suzano

http://www.suzano.sp.gov.br/agendacultural/CN03/noticias/nots_det.asp?id=537

Data: 06/11 a 30/11/2009 - Hora: das 9h às 19h

Local: Av. Benjamin Constant, 682 - Centro - Suzano

Teve início na sexta-feira, dia 6 de novembro, a V Expo Negro Sim, com a participação de vários s artistas que estão expondo suas obras e reflexões acerca das questões raciais, da diversidade cultural e da condição de ser negro no Brasil. O evento acontece no mês em que se comemora o dia da Consciência Negra -20 de novembro - e que tem por objetivo valorizar as contribuições trazidas pelos povos africanos para a formação da nossa cultura. Pretende, principalmente, discutir a igualdade racial por meio da expressão artística. A mostra conta com cerca de várias obras entre pinturas, desenhos, instalações, fotografias e esculturas. A curadoria é de Iberê Rodrigues e Pedro Neves A exposição ficará no Centro Cultural Francisco Carlos Moriconi, em Suzano (Av. Benjamin Constant, 682 - Centro). A visitação é gratuita e seguirá até o dia 30 de novembro, de segunda a sábado, das 9h às 19h. Veja mais sobre as diversas atividades em homenagem ao mês da consciência Negra em Suzano no site da Cultura. Link acima.



Categoria: Evento
Escrito por Rubens Cavalcanti da Silva às 08h53
[] [envie esta mensagem] []



 
 

Exposição Negro Sim em Suzano

 

Esta é uma das mimhas pinturas que está participando da exposição Negro Sim de Suzano em comemoração ao Dia da Consciência Negra. Ela  faz parte de uma série denominada Guerreiras. Você poderá ver a série completa no orkut



Categoria: Poesia
Escrito por Rubens Cavalcanti da Silva às 17h41
[] [envie esta mensagem] []



 
 

Encontros

http://www.poiesis.org.br

Classificação:



Categoria: Link
Escrito por Rubens Cavalcanti da Silva às 22h20
[] [envie esta mensagem] []



 
 

Estranho

ESTRANHO

                                                                                                                  

O carro desgovernado entrou no barzinho em que estávamos e atropelou nós dois sem piedade. O corpo dela foi arremessado a alguns metros de distância e quando dele me aproximei já estava sem vida.

O lugar em que estávamos era um pequeno bar que, tenho certeza, já estivera antes e não saberia dizer em quais circunstâncias. As pessoas falavam alto, quase gritando e a moça no pequeno palco que cantava uma música da Calcanhoto, por vezes desanimava e interpretava a canção automaticamente e com indiferença. A não ser por algumas luzes coloridas o ambiente estava escuro e juntando-se a isso o som dos copos batendo uns nos outros ou nas garrafas completavam esse inferno. Havia prometido a mim mesmo parar de fumar mas diante daquela cerveja, daquela música e daquela mulher, que se fôda a promessa. Ela falava muito e tentava explicar-me coisas sobre física, viagem no tempo, passado presente e futuro e a coexistência de tudo isto. Tentou-me convencer também que o sonho e o mundo em que vivemos são visões diferentes da mesma realidade. O papo dela era muito bom, mas em minha cabeça eu só tinha uma intenção: levá-la para cama. Morena, bonita e inteligente; não me lembro como apareceu na minha mesa e nem como começamos a conversar.

Eu a observava por inteiro e o que mais me chamou a atenção era o modo como se vestia. Uma blusa curta que mostrava um pouco de sua barriga e estava sem sutiã. O jeans apesar de novo estava todo rasgado e não usava cinto. Como que lendo meus pensamentos disse-me que hoje em dia quem usa este tipo de acessório é retrô, segundo seus sobrinhos. Bebia pouco, mesmo assim já começava a ficar alegre. Seus cabelos eram curtos, pretos e bem cuidados. A atração por ela era grande e a sensação de conhecê-la também, mas algo me impedia de beijá-la.  Não creio que o motivo fosse por ela ser casada, pois eu nunca tive pudores nenhum com nada e principalmente desse tipo. O vestido preto que agora usava moldava seu corpo magro e esbelto e o decote baixo dava-me o prazer de admirar seus lindos seios.

As time goes by?  ela perguntou.

Sim. Respondi e aproveitei para me exibir um pouco falando do filme, do cantor negro no bar e etc. À vezes fico pensando porque nós homens temos essa necessidade de explicar tudo; de achar que sabemos tudo; de fazer de tudo para impressionar uma mulher. Será um fator genético? Por que a mulher aceita isso? Por que sempre ela fica com a mão no queixo quando falamos, fingindo interesse? São perguntas que me incomodam e que não tenho força para mudar. É como se fosse uma maldição, maldição do macho como escreveu certa vez um escritor paulista. Por coincidência o rapaz que cantava agora no palco, é negro e de dentro dele saia também uma voz negra que nos envolveu a todos. Ela ouvia, com a mão no queixo, claro, tudo que eu dizia mais eu sabia que o que ela queria mesmo era ouvir a musica. Então, para exibir um pouco meu inglês, comecei a cantar junto com o artista sussurrando em seu ouvido enquanto dançávamos. O cheiro que vinha de seus cabelos longos e dourados embriagou-me e num impulso procurei sua boca e a beijei.

  Já na mesa novamente acendi um cigarro. Senti que ela observava todos os meus movimentos e depois de tomar um gole do vinho perguntou-me.

Por que você não para com essa droga. Fingindo não entender perguntei.

Como assim? Ela insistiu.

 Por que você não larga o cigarro.  Irritado com sua intromissão em minha vida não respondi e lhe fiz outra pergunta.

Você gosta de ler?

Sim gosto muito, respondeu-me.

E o que você está lendo no momento?

O mundo de Sophia, disse. Para descontrair um pouco, brinquei.

Você me parece uma pessoa bem culta e inteligente. Ela riu e com um sorriso que jamais vou esquecer agradeceu.

Magina.

O som naquele momento era insuportável, mas quem não se delicia ouvindo e vendo os Beatles tocar e para completar John Lennon nos acenando, imagine. Todos naquele bar estavam de preto, inclusive os rapazes de Liverpool, menos a garota que estava comigo que voltava do toalete desfilando um conjunto de saia e blusa de cor branca. Ela destacava-se naquele ambiente escuro, cheio de fumaça e vozes. Sentou-se, pegou minhas mãos e tentou me dizer algo, porém um estrondo e um som de tijolos caindo junto com gritos de desespero das pessoas não deixaram que eu ouvisse o que ela tinha pra me dizer. Um carro desgovernado entrou no local em que estávamos e atropelou nós dois sem piedade. O corpo dela foi arremessado a alguns metros e quando dele me aproximei já estava sem vida.

 

Levantei-me. Ainda estava com gosto de nicotina na boca. Tomei um longo banho e depois de tomar um café reforçado fui trabalhar. O dia todo e por muitos meses depois, ainda lembrava-me deste sonho e não sei por que sentia saudade dela. Junto com este sentimento, experimentei também um remorso enorme e inexplicável. Deste dia em diante sempre sonhava com essa moça. Ela sempre me aparecia diferente em cada sonho, mas com o mesmo jeito; a mesma personalidade; o mesmo sorriso e a mesma alma. Sim, tenho certeza, era sempre a mesma alma.

Um ano depois, mais ou menos, quando saia do trabalho, resolvi dar uma esticadinha até a cidade mais próxima para me descontrair um pouco. Sábado e domingo não trabalho mesmo, pra que me preocupar, pensei. No carro eu ouvia um CD da Avril Lavigne que minha filha adolescente me emprestara e confesso que gostei do som, então, Let’s go!

Por favor, onde tem um bar por perto pra que eu possa tomar uma cerveja?  Perguntei ao rapaz no ponto de ônibus.

Pode subir direto, quando chegar no topo da avenida ela desce bruscamente ai o senhor anda uns três ou quatro quarteirões que é bem na esquina. Explicou-me.

E como se chama o boteco?  Brinquei.

RARDEISNAITI, se não me engamo.

Você vai pra aqueles lados? Quer uma carona? Perguntei.

Não moço brigado. Agradeceu-me desconfiado.

Subi. Estava feliz e me peguei cantando a música da Avril e batendo com as mãos no volante como nos filmes americanos. Comecei a descer e no primeiro quarteirão senti que havia algo de errado com o carro, os freios não funcionavam. Tentei brecar de tudo quanto foi jeito e nada. No desespero puxei o freio de mão, mas o carro se desgovernou, entrou num barzinho e atropelou um casal sem piedade. O corpo da moça foi arremessado a alguns metros e quando o rapaz que estava com ela chegou perto, a mulher já estava sem vida.

 



Categoria: Prosa
Escrito por Rubens Cavalcanti da Silva às 21h23
[] [envie esta mensagem] []



 
 

Mapa Cultural Paulista 2009/2010



Categoria: Poesia
Escrito por Rubens Cavalcanti da Silva às 20h57
[] [envie esta mensagem] []



 
 

Embarque na Leitura

http://www.brasilleitor.org.br/www/default.aspx

Classificação:



Categoria: Link
Escrito por Rubens Cavalcanti da Silva às 20h52
[] [envie esta mensagem] []



 
 

Revista Literária Bacamarte

http://rubenscavalcanti.zip.net/literatura/

Neste mês, a Revista Literária Bacamarte, publica um de meus contos que tem como título, Vagão. Acesse o link acima e boa viagem.



Categoria: Link
Escrito por Rubens Cavalcanti da Silva às 20h50
[] [envie esta mensagem] []



 
 

Exposição PoesiaOrgânica | Veja as fotos

 

 



Categoria: Vídeos
Escrito por Rubens Cavalcanti da Silva às 21h09
[] [envie esta mensagem] []




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]